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Produção Manual, uma estética de reconhecimento à cultura de si

Uma Comissão de Estética existe na Pós

Para mostrar o que produzimos, falar sobre o que não produzimos, pensar o que somos quando produzimos, ouvir-se falando da própria vida, dos descaminhos, da falta de insPIRAÇÃO, de incertezas que não são dúvidas, mas molas propulsoras! Encontros dentro da Pós, compartilhar a alegria pela criação de um novo produto e para lembrar de SI o tempo todo ao produzi-lo, porque tudo é coMIGO dentro.

E foi mais ou menos assim…

Quando a LINHA vira aquilo que se É, há expressão de si mesmo no produto

À medida que se tem uma percepção real do seu fazer manual ele vai melhorando e ganhando qualidade, esse é o motivo das artes manuais

Talvez, não seja aquilo que você faça melhor, mas aquilo que melhor te expresse

O seu modo de existir está junto a confeçção do objeto?

Uma escrita de si deve estar contida no produto, o que você faz, seus significados, sua história, identidade com aquilo que se cria

Não vai dar só para: Pensar, sentir e querer. A palavra deve estar junto

Valor do produto = valor da vida! O fazer é um modo de vida!

A qualidade da peça que se cria tem haver com a qualidade que o artíficie vai extraindo de si mesmo (isso tem nome?)

O trabalho do artífice não está na peça, tem desafios concretos!

Como tornar a subjetividade do fazer manual palpável?

Tempo, pesquisa, é importante agregar estes valores ao produto.

Há uma busca para mostrar aquilo, isso, esse, invisível que está no produto.

Fazer produtos que tenham alma e que ainda assim vendam, é possível!?

É possível criar um produto que afete o “como” do outro?

Como é que eu pego aquilo que é mais precioso pra mim e maximizo? E ao fazer isso, como faço algo que me alegre e alegre ao outro?

Pesquisar o trabalho, o processo, colocar em palavras, para que o outro compreenda é um curso! Verbalizar o significado da produção.

Como criar um modo de valorização de seu produto que converse com o mundo sem cair na coisa dura? Sem virar COISIFICAÇÃO?

Como SER empreendedor sem cair no corpo-sofrimento da reprodução?

Produto de Utilidade doméstica ( da vida/do cotidiano): substituir cada caderno comprado no supermercado por algo que expresse o espírito, fazer um produto que vá para a estante e não para o lixo!

Fazer ver o espírito na produto: nossas vontades, nossos desejos Espírito é a ideia que está no produto e que precisa-se fazer ver

O produto enquanto criação de expressão: Que toca aquele que vê, que emana o querer bem.

Estar confortável com o que se cria, entender o que se quer fazer, aceitar os erros na produção manual, usar o erro como parte da existência do produto! Aceite os erros: é um curso.

É no lugar híbrido que mora a nossa potência.

É saber ver as forças! Tornar visível o invisível.

Como tornar visível a potência do artificie?

Tornar as forças visíveis através dos meios, que meios? Achar seu lugar e explicitar.

Revelar as forças que habitam em nossas peças de modo que o consumo as capture! O que se está vendendo não é um produto, se está fazendo circular uma ideia.

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